quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ponte uma ligação entre margens


"A beleza está nos olhos de quem vê, assim como muitas vezes a maldade que enxergamos está apenas em nossos olhos. 
O mundo é o que você enxerga, mas principalmente o que você quer enxergar e o que você quer fazer dele"
Augusto Branco

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Barreiro




Cidade banhada pelo Tejo e apoiada por um importante terminal rodo-ferro-fluvial. 
O Barreiro ascendeu ao título de cidade em 28 de Junho de 1984.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Elevador da Glória



O Elevador da Glória é um dos poucos elevadores que restam em Lisboa e situa-se na baixa, mais precisamente na Praça dos Restauradores. Faz a ligação entre esta praça e o Bairro Alto numa viagem de 265 metros para cima e para baixo. O Elevador da Glória abriu a 24 de Outubro de 1885 e, desde essa altura, dois elevadores têm feito o percurso nos sentidos ascendente e descendente, transportando turistas e residentes numa viagem que, apesar de não ser rica em paisagem, continua a ser única e muito agradável!
Este elevador é um dos mais movimentados de Lisboa. 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Reservatório da Patriarcal





O Reservatório da Patriarcal foi projectado, em 1856, pelo Engenheiro francês Mary. Foi em tempos passados o reservatório mais importante na rede de distribuição de água da baixa lisboeta. Situado debaixo do Jardim do Príncipe Real, o seu reservatório tinha a capacidade para 880m3 de água, com 31 pilares de 9, 25 metros. Na década de 40 deixou de funcionar. Hoje em dia é palco de várias iniciativas culturais, nomeadamente espectáculos, exposições de fotografia e escultura, entre outras. O projecto de recuperação do Reservatório da Patriarcal foi distinguido com o Prémio Eugénio dos Santos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Elevador de Santa Justa





De estrutura em estilo neogótico foi construído na viragem do século XIX para o XX com projecto do engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard. Elevador de estrutura vertical, desenvolvido no sentido da Rua de Santa Justa, constituído por duas torres metálicas interligadas entre si, resultando num rectângulo.

Base constituída por quatro vigas verticais, compostas cada uma por dois pilares, com contraventos horizontais. A sua maior dimensão é paralela à Rua de Santa Justa e a implantação foi feita no eixo da mesma.

Com 45 m de altura, é nas torres que trabalham as cabines. Com interiores revestidos a madeira e espelhos, organizam-se em sete andares, com capacidade para 24 passageiros, e equilibradas entre si por meio de um cabo em aço.

Rua Augusta-Lisboa





A rua Augusta é a mais importante da baixa lisboeta e o seu eixo central, liga a praça do Comércio ao Rossio. Inicia-se no arco triunfal e termina na praça D. Pedro IV. O seu nome homenageia a figura augusta do rei D.José. É uma rua pedonal (fechada ao trânsito em 1984), de calçada portuguesa. Aqui se concentram muitas lojas, umas mais tradicionais e outras de grandes marcas internacionais, mas também restaurantes com as suas esplanadas. Muitos artistas de rua, homens-estátuas e saltimbancos, exibem aqui os seus talentos. É assim uma das mais animadas e cosmopolitas avenidas lisboetas. O velho estilo arquitectónico, originário da reconstrução de Lisboa levada a cabo pelo Marquês de Pombal depois do terramoto de 1755, ainda está intacto, por isso pode ver muitos dos edifícios com o seu traçado original.





sábado, 26 de abril de 2014

Ruinas do Convento do Carmo



Mandado construir em 1389 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira, o Convento da Ordem do Carmo ergue-se numa posição privilegiada, sobranceira ao Rossio (Praça de D. Pedro IV), e próxima ao morro do Castelo de São Jorge. 



A igreja do convento, que já foi a principal igreja gótica de Lisboa, ficou em ruínas devido ao Terramoto de 1755 e é uma das principais marcas deixadas pelo terramoto ainda visíveis na cidade. O convento eventualmente passou a ser uma dependência militar e, durante a Revolução dos Cravos, foi no quartel do Carmo que o Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcelo Caetano, se refugiou dos militares revoltosos. Actualmente as ruínas são sede do Museu Arqueológico do Carmo.

domingo, 13 de abril de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014